Claramente
eu já estou com olhos marejados escrevendo este meu primeiro post de 2017.
Antes de tudo, gostaria de pedir desculpas aos leitores (alguém me lê né? Por
favor!) por ter desaparecido, porém eu sou meio preguiçosa, tive uns bloqueio
meio louco criativo e tal, e a vida acadêmica dificultou um pouco a minha
presença, mas como meta de 2017 está impulsionar esse blog maravilhoso junto
com as minhas meninas. Para começar com o pé direito: PRECISAMOS FALAR SOBRE
GILMORE GIRLS.
Eu
tenho uma ligação muito forte com as garotas GG, afinal assim como a Rory
Gilmore, meu pai não foi muito presente, minha mãe é mãe solteira e meus avós
tem total importância na minha criação. Porém diferente da relação entre mãe e
filha (Rory e Lorelai) eu e a minha amada mãe, nem sempre nos entendemos tão
bem.
Estrelada
pelas maravilhosas Lauren Graham (Lorelai Gilmore) e Alexis Bledel (Rory
Gilmore), a série teve seu lançamento lá em 5 de outubro de 2000, escrita pela
Amy Sherman-Palladino e produzida pelo seu marido Daniel Palladino. Conta o
cotidiano dessa dupla mãe e filha que vivem na encantadora cidade de Stars
Hollow, onde a sua vida e a vida do vizinho são uma só. Viciada em café, as
garotas GG não passam o dia sem ir a lanchonete do Luck (Scott Patterson) (te
amo demais homem!) para saciar esse vicio, azucrinar a mente desse
proprietário, que muito em breve acaba se tornando o amor da vida de Lorelai.
São 7
maravilhosas temporadas disponíveis na nossa amiga de todas as horas a Netflix,
onde toda vez que começa um episódio não tem quem não cante ou faça uma dancinha estranha com a
música tema de abertura, e seguindo a linha Grey’s Anatomy, todo episódio no mínimo você vai derramar umas lágrimas,
dará umas boas risadas porque a mesma é cheia de referência a cultura mundial (
eu como boa estudante de Psicologia, fico louca quando aparece uma citação
sobre o Freud), o que vocês precisam saber é que essa série é uma produção
dotada de coisas maravilhosas, e que a cada momento você pode ver os
personagens crescerem e apresentarem características que nos fazem nos
identificar com eles ou a situação em que estão envolvidos, isso torna GG (não é Gossip Girl tá?) tão especial aos meus
olhos. Claramente, eu estou sendo bem superficial neste post, porque não quero
dar spoilers, e quero incentivar vocês a iniciarem uma maratona, viverem essa experiência como eu vivi. Ela conta
com nomes conhecidos e rostinhos bonitos que nós amamos como o Jared
Padalecki (Dean em GG e Sam Winchester em Supernatural) e Milo Ventimiglia (Jess
em GG e atualmente é Jack Pearson em This is Us). Passei quase umas três ou mais
semanas em estado de choque, já que a série está finalizada desde 2007, então
eu fiquei com aquela maldita sensação de depressão-pós-série.
Mas,
para a nossa alegria, a Netflix é uma pessoinha (sim pessoinha) que não nos
decepciona e chamou a Amy e o Daniell para produzirem um revival da série,
intitulado Gilmore Girls - Um Ano para Recordar, com 4 episódios/filmes para a TV de 90 minutos de duração que já estão disponíveis
no serviço desde o finzinho do ano passado. Meus caros amigos, esse revival, me
fez chorar horas seguidas, me fez rir com novas referências a nossa cultura pop
atual (Batman Vs Superman por exemplo), é uma experiência visual inclusive
maravilhosa, já que cada episódio é regido por uma estação do ano.
Gilmore
Girls vale muito a pena, porque nos ensina sobre amizade, família, sobre o que
desejamos da vida, sobre nosso primeiro amor, sobre os vários amores da vida,
sobre encontrar quem nós somos, do quanto precisamos daqueles que amamos.
Gilmore Girls é maravilhosa, porque nos transmite e nos transporta para
realidades que muitas vezes cabem nas nossas.
Dessa
forma meus amigos, dedico este post a minha amiguinha Clécia Nicéia, que junto
comigo viveu a experiência da maratona desse série mais o revival e até hoje
não superou. Para você eu só tenho
a dizer: Where you lead, I will follow anywhere that you tell me to…




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