As Crônicas de Shannara
18:42Victória Lima
Olá amigos, estou de volta!
Como é período de férias, as coisas aqui no blog estão super agitadas, porque
eu e as meninas estamos podendo enfim escrever sobre aquilo que já vimos e que
acumulou por causa da vida acadêmica... e no meu caso estou podendo escrever
sobre as super maratonas de séries que eu tenho assistido. A escolhida de hoje
é a maravilhosa (PISA MENOS) As Crônicas de Shannara.
Como a maioria de algumas
séries, as crônicas de Shannara tem origem de uma adaptação literária do gênero
fantasia chamada Shannara, escrita pelo autor Terry Brooks, onde eu pesquisei
que esse cara teve 30 livros que se passam neste universo, e que ainda deve
lançar mais quatro em linha cronológica para finalizar. O que eu fiquei
sabendo, é que os livros podem ser lidos fora de ordem, porque foram feitos
para ser entendidos independente disso, porém, recentemente foi lançada a
trilogia de Shannara (LIVRO 1 – A ESPADA DE SHANNARA; LIVRO 2 – AS PEDRAS
ÉLFICAS DE SHANNARA E LIVRO 3 – A CANÇÃO DE SHANNARA) e pelo que eu li de
sinopse a primeira temporada dessa série que está disponível no catálogo da
Netflix com 10 episódios, está ligada a história do livro 2. Porém, vocês vão
notar se pesquisarem que existe também uma outra trilogia intitulada A viagem
que acompanha personagens diferentes.
No caso da série, ela foi
produzida pelo Alfred Gough e Miles Millar, e teve a sua primeira
temporada exibida pela MTV, que agora optou por focar mais em programação
musical, sendo assim a segunda temporada migrou e será exibida pela chamada
Spike TV (estreia dia 13/09 na tv americana). Acompanhamos um ambiente após a
destruição da humanidade (havendo uma substituição por um mundo mágico) então
vocês vão notar elementos mitológicos e elementos modernos, onde convivem,
gnomos, elfos, humanos, trolls, mas nem tudo de forma tão pacífica.
O reino élfico e toda sua
graciosidade que já vimos em outras adaptações (Senhor dos anéis por exemplo),
vive em torno de uma árvore intitulada Ellcrys que tem a finalidade de selar
demônios em outro plano, onde após anos de calmaria, a árvore começa
adoecer em seguida ao fato da princesa
élfica Amberle (Poppy Drayton) ter ganho uma competição para ser uma das
protetoras da arvorezinha em questão. O problema, é que com esse adoecimento
cada vez que a uma folha da mesma caí, um demônio é libertado, e ai meus caros
amigos, a porra incha e começa aquela velha saga da escolhida, com um escudeiro
que se apaixonada obviamente por ela, um mentor, e uma outra fulana que chega
para atrapalhar o equilíbrio. Neste caso, essa bela descrição ocorre quando a
princesa descobre que só ela pode salvar a Ellcrys e dessa forma juntamente com
o meio-elfo Will Ohmsford (Austin Butler) e a humana Eretria (Ivana Baquero) a
missão de ingressar numa jornada para salvá-la, o mentor fica por conta do
homão da porra Manu Bennet (Arrow/ O hobbit) o último druida chamado Allanon.
A série apresenta um visual
muito maravilhoso, cheio de cenários que enchem os olhos (a maioria das cenas
foram gravadas na Nova Zelândia), porém existem muitos elementos fracos,
começando pela protagonista que o tempo todo faz a Clary confundida (sorry
Shadowhunters) e demora de assumir o destino, e quando faz, faz de forma
superficial, o charme eu acredito fica por conta realmente do meio elfo que
trás um alívio cômico, e da humana, que é a mulher forte e decida da história.
Outro ponto, é o fato de que o ambiente em que se passa ( O QUE HOUVE COM OS
HOMENS? COMO FOI ESSA GUERRA QUE MATOU GERAL?) não ficam claros e isso ao meu
ver causa uma certa confusão. Muitos desses elementos já foram vistos em outras
obras, então eu acredito que fazer o diferencial estão em pequenos detalhes.
Como eu não devo dar spoilers,
para compreender melhor a série vocês tem que assistir, apesar dos pontos
fracos de estruturação, eu consegui maratonar em um dia, porque querendo ou não
consegue prender o telespectador principalmente se for maravilhado com
ambientes mágicos como eu sou. Pretendo, em breve, adquirir a trilogia e voltar
no blog e contar para vocês as diferenças e semelhanças em relação a adaptação
para tv, afinal o autor dos livros deu auxílio total aos roteiristas e pretende
continuar fazendo isso na próxima temporada.
Até a próxima pessoal!




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