Com 'Pantera Negra' bombando nas bilheterias e criticas de todo o mundo por causa da representação abordada pelo filme e pela qualidade da narrativa, eu decidi trazer pra vocês uma série nova do Netflix + CW que conquistou meu coração.
Black Lightining conta a história de um super herói aposentado que decide depois de 09 anos afastado e dado como "morto" volta à ativa afim de defender o bairro de Freeland do tráfico de drogas e da violência crescente. Mas o que me fez apaixonar pela série, não foi o enredo nem os traillers, mas sim o 1º episódio.
Quando coloquei o piloto para assistir no Netflix, não tinha imaginado em como iria ser tão rapidamente conquistada. Pra começar temos uma representação gritante na série. Mesmo sendo branca, e não sofrendo um terço do que sofrem diariamente os negros, eu apoio a causa e a entendo, sei da necessidade de haver uma série dessa no cenário atual, e assim, como 'Pantera Negra' o elenco desta série é majoritariamente negro e fala sobre questões que envolve tráfico e violência.
De todas as séries de herói da CW (Flash, Legends Of Tomorrow, Arrow, Supergirl), essa é a primeira onde os protagonistas são negros e isso é uma evolução que deve ser notada e salientada! Além disso, a série traz rostos não tão conhecidos da TV Americana o que acentua mais as diferenças e novidades dela.
Estamos falando de uma séria de super herói da DC, então temos uma abordagem mais séria e com uma temática mais "comum" (se você não contar os superpoderes, lógico). Em Black Lightning, ou Raio Negro, nós conhecemos a família Pierce que vive sua vida pacata de estadunidense (só que não). Jefferson Pierce (Raio Negro), é um diretor conceituado da melhor escola de Freeland, ao lado dele temos suas filhas, Jennifer Pierce e Anissa Pierce, e sua ex-mulher, Lynn Stewart. Depois de um tempo afastado da roupa de super herói, Jefferson criou um titulo de "Jesus Negro" em Freeland por ter conhecimento e ajudar a todos em qualquer momento, mas com o aumento da violência e com a população gritando por socorro, ele decide voltar...
A série sai daquele estereótipo de herói de primeira viagem, como temos nas outras produções do canal. Nós vislumbramos nos episódios a luta de um pai de família, diretor de escola que sabe os perigos e todos os erros que foram cometidos no passado quando vestia o manto de herói, mas que mesmo assim se ver "forçado" a voltar a vida que tinha. E em meio a isso, vemos como são as dinâmicas das pessoas que vivenciaram aquela fase junto a ele e como elas reagem com esse retorno necessário.
A série consegue capturar sua atenção durante os episódios de 40-42 min que você nem percebe o tempo passar - perfeita de maratonar. Atualmente, a Netflix atualiza toda terça-feira com episódios novos e a primeira temporada ainda não acabou.
Essa é mais uma dica #comicgirls e eu espero que vocês gostem! No final da 1º temporada, vou fazer uma resenha mais densa falando sobre os pontos fortes e os pontos fracos.




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